A Coralogix levantou US$ 200 milhões em uma rodada Series F, chegando a uma avaliação de US$ 1,6 bilhão, apenas 11 meses após uma Series E de US$ 115 milhões. Advent e CPPIB lideraram, com participação de Greenfield Partners e Brighton Park Capital.
A empresa não é nova. Desde 2014, vende ferramentas de observability para logs, métricas e tracing em um mercado com Datadog, Splunk e New Relic. O que mudou é o tipo de software observado: cada vez mais trabalho é feito por AI agents que chamam APIs, alteram código e tomam decisões com menos intervenção humana.
O CEO Ariel Assaraf afirma que a camada de interface está sendo corroída à medida que engenheiros interagem com software por meio de assistentes de IA. A Coralogix já vê isso nos clientes: mais da metade usa o AI agent Olly ou conecta modelos próprios por linha de comando e interfaces agentic para investigar incidentes.
A tese vem acompanhada de escala. São mais de 5.000 clientes, crescimento anual de receita acima de 60%, ARR acima de US$ 100 milhões há mais de um ano e cerca de 30 clientes corporativos gastando mais de US$ 1 milhão por ano. Para os investidores, quanto mais agentes entram nas empresas, mais obrigatório se torna monitorar o que eles fazem.
Fontes: TechCrunch, CocoLoop.