Anthropic abre Claude caçador de falhas a 150 organizações críticas

A Anthropic ampliou o Project Glasswing dos 50 participantes iniciais para 150 organizações em 15 países. O programa dá a operadores de infraestrutura crítica acesso controlado ao Claude Mythos para vasculhar bases de código em busca de vulnerabilidades zero-day antes que elas sejam exploradas.

A lista inclui Austrália, Bélgica, Canadá, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça e Estados Unidos. Entre os nomes citados estão Okta, Samsung, SK Hynix, SK Telecom, NATO, ENISA e o governo dos EUA, em setores como energia, água, saúde, comunicações e hardware.

Segundo a Anthropic, o ponto comum é o tamanho do dano possível: para a maioria dos parceiros, um ataque relevante à base de código poderia afetar mais de 100 milhões de pessoas. Durante semanas de teste, o Claude Mythos teria encontrado milhares de falhas zero-day.

A expansão também inclui o Claude Security, voltado a recomendações de correção depois da varredura. A empresa tenta transformar a caça a falhas com IA em um fluxo operacional, no qual o modelo examina primeiro e especialistas humanos decidem o que aplicar.

Fontes: CocoLoop, TechCrunch, Yahoo Finance